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21/09/2015 - Atualizado em 21/09/2015 às 11:32:21

Problemas com o gestor continuam sendo um dos principais motivos que levam um funcionário a pedir demissão, de acordo com o Great Place to Work

Pesquisa realizada pela Michael Page no início de julho mostra os principais motivos que causam insatisfação nos profissionais de grandes organizações. Entre eles, a má gestão está em primeiro lugar (21%), seguida de falta de reconhecimento e de feedback, cada um com 12%.

Há um contingente significativo de funcionários que pedem demissão para trocar de chefe; não de empresa. Uma análise qualitativa do Great Place to Work® aponta que gestores frequentemente destroem o sentimento de significado no trabalho; muitas vezes, sem perceber. Essa análise indica alguns comportamentos que devem ser evitados para que os líderes não causem a demissão voluntária de profissionais essenciais ao bom desempenho das organizações.

Segundo Ruy Shiozawa, CEO do Great Place to Work® Brasil, a principal função do líder é cuidar das pessoas. “Uma boa liderança é bem rara nas empresas. Um estudo global revela que 75% das empresas apontaram que a construção do talento de liderança é o maior desafio que enfrentam. Isso ocorre porque muitos líderes simplesmente não sabem qual é a sua verdadeira função em um cenário em que o aprendizado é focado em conhecimentos técnicos e especializados. Os líderes não sabem – e não se preparam – para aquela que é a sua principal função: cuidar das pessoas; focar no aspecto humano nas relações de trabalho”, afirma o especialista. Shiozawa acrescenta que os líderes precisam ser capazes de comunicar claramente qual é a missão da empresa e como o trabalho de cada membro da equipe é importante para caminhar nessa direção.


A vanguarda da gestão empresarial reconhece que um modelo que tem como pilar central o investimento em pessoas é parte importante da estratégia do negócio. Ruy Shiozawa aponta quais comportamentos devem ser evitados pelos gestores.
 

1. Sinais de mediocridade
Nobres propósitos e altas expectativas costumam permear as missões, mas poucas empresas estão ativamente trabalhando para tornar a missão realidade. Um exemplo é a palavra inovação – muito usada pelas empresas. Mas para inovar, é preciso correr riscos, ainda que calculados. A liderança está disposta a correr esses riscos? Se não estiver, melhor não falar sobre o assunto. A incoerência entre teoria e prática pode tirar todo o propósito do trabalho.

 

2. Déficit de atenção estratégico
O gestor deve estar atento a fatores internos e externos que podem afetar a empresa. Um comportamento recorrente é o abandono de projetos – aqueles que não são finalizados e que não têm tempo para alcançar a maturidade. Esse comportamento é típico de gestores que trocam constantemente de estratégia ou toda semana aparecem com uma nova solução – que será abandonada rapidamente. Esse comportamento passa a impressão ao funcionário de que a liderança não sabe qual é a estratégia da companhia; que não há continuidade ou objetivo bem definido.

 

3. Falta de coordenação
Os gestores “falam a mesma língua” que os funcionários? Cada departamento age como acredita ser melhor sem conexão com a estratégia e a missão da organização? Esse comportamento destrutivo da liderança leva a qualidade dos produtos/serviços a degringolar. O funcionário passa a duvidar que algo vá mudar; perde o orgulho pelo trabalho realizado. O ambiente de trabalho torna-se “aquele lugar que eu vou porque preciso pagar as minhas contas”.

 

Fonte:  Consumidor Moderno -  http://consumidormoderno.com.br/index.php/component/k2/item/30575-os-3-erros-de-gestores-que-levam-a-demissao-voluntaria?utm_source=Virtual_Target&utm_medium=Email&utm_content=&utm_campaign=utm_news18/09&utm_term=

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